Skip to main content

Morning Call | 18.09.25

Publicado em 18 de setembro de 2025 Fonte: BTG Pactual Equity Research
Compartilhar

🌎INTERNACIONAL

 

Os principais índices acionários registram direções mistas nesta quinta-feira, após o Fed reduzir a taxa de juros nos Estados Unidos e sinalizar mais cortes este ano.  Na Ásia, o Nikkei avançou 1,20% enquanto o Shanghai Composite e o Hang Seng recuam 1,15% e 1,35%, respectivamente. Na Europa, o Euro Stoxx 50 opera em alta de 1,28%. Nos EUA, os futuros do S&P 500 e da Nasdaq registram ganhos de 0,86% e 1,04%, respectivamente

 

•S&P 500 Futuro +0,8%

•FTSE 100 +0,2%

•CAC 40 +1,2%

•Nikkei 225 +1,1%

•Hang Seng -1,4%

•Shanghai SE Comp. -1,2%

•MSCI World +0,1%

•MSCI EM -0,1%

•Petróleo WTI -0,1% a US$ 63,96 barril

•Petróleo Brent -0,3% a US$ 67,75 barril

•Futuro do minério em Singapura -0,3% a US$ 105,6

•Bitcoin +1,3% a US$ 117156,06

 

 Os mercados reagem à decisão monetária do Federal Reserve (Fed) na quarta-feira. O banco central americano cortou a taxa de juros no país em 0,25 p.p., levando para a faixa de 4% a 4,25%. Esta foi a primeira redução nos juros neste ano e no segundo mandato do presidente Donald Trump, que vinha exercendo uma forte pressão sobre a instituição.

 

A decisão já era esperada pelo mercado, mas as projeções e algumas declarações do presidente do Fed, Jerome Powell, trouxeram algumas surpresas.  O cenário agora indica dois cortes adicionais ainda em 2025, o que representa uma revisão em relação a junho.

 

O foco agora se volta para a reunião do Banco Central da Inglaterra prevista para hoje, que deve manter as taxas de juros, mas pode reduzir o ritmo de aperto monetário.

Os preços do petróleo recuam pelo segundo dia consecutivo.

 

Na Alemanha, o primeiro-ministro, Friedrich Merz, disse que o governo tomará decisões para proteger a liberdade, prosperidade econômica e coesão social. Segundo ele, o país enfrentará um “outono de reformas” para enfrentar os problemas da Alemanha.

 

Os preços do petróleo registram perdas. O contrato do WTI cai 0,84%, a US$ 63,51 o barril e o Brent perde 0,74%, a US$ 67,45 o barril.  O futuro do minério, em Singapura, cai 0,3%, a US$ 105,6.

 

 🇧🇷BRASIL 

 

No Brasil,  o Copom do Banco Central (BC) decidiu manter a taxa básica de juros (Selic) em 15% ao ano pela segunda vez seguida. O comunicado avaliou que a inflação ainda se mantém distante da meta e que as projeções seguem pressionadas pela atividade econômica e pelo mercado de trabalho aquecido.

 

Com a agenda econômica mais esvaziada, os investidores acompanham os eventos das autoridades.

 

O presidente Lula participa da cerimônia de anúncio dos projetos habilitados pelo Novo PAC Seleções 2025 – Drenagem e Encostas.

 

O presidente do BC, Gabriel Galípolo, participa da abertura do II Seminário Nacional sobre Crédito Consignado, promovido pela Revista Justiça e Cidadania.

 

Ontem, o Senado aprovou o texto-base da MP que traz um novo modelo para o programa da Tarifa Social da Energia Elétrica, voltada para famílias de baixa renda.

 

A Comissão de Constituição aprovou ontem o segundo projeto de regulamentação da reforma tributária, que permite que permite que empresas regularizem pendências fiscais em 2026 sem risco imediato de multa, além de estabelecer ajustes em tributos como CBS, IBS e Imposto Seletivo.

 

Lula assinou e enviou ao Congresso projeto que dá ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) poder para regular big techs e garantir concorrência.

 

O Ibovespa teve sua terceira sessão de recorde na quarta-feira na esteira das decisões monetárias. O índice fechou com alta de 1,06%, aos 145.594 pontos. Já o dólar teve leve valorização, cotado a R$ 5,3012.

 

🏢EMPRESAS

 

A Caixa Econômica Federal registrou lucro recorrente de R$ 2,7 bilhões no segundo trimestre de 2025, resultado 12% maior que mesmo período do ano passado.

As ações da Azul fecharam com alta de 4,32% ontem, após a companhia apresentar o plano para sua reestruturação financeira à Corte de Nova York.

Assista ao Morning Call completo clicando aqui.

*Com informações de sites e agências de notícias