
🌏INTERNACIONAL
As bolsas globais iniciam o dia no positivo, em um movimento de recuperação após dias de tensão nos mercados acionários, com a sinalização de recuo nos conflitos entre Estados Unidos e Europa.
Os futuros do S&P 500 sobem 0,66% enquanto os da Nasdaq avançam 0,9%. Na Europa, o índice Euro Stoxx 600 sobe 1,34%.
O pregão na Ásia também foi positivo, com o índice Kospi da Coreia do Sul subindo 0,87% e o Shanghai Composite avançando 0,69%.
Confira cotações às 7h07:
Bolsas mundiais:
• S&P 500 Futuro +0,66%
• FTSE 100 +0,82%
• CAC 40 +1,40%
• Nikkei 225 +1,73%
• Hang Seng +0,17%
• Shanghai SE Comp. +0,69%
Commodities:
• Petróleo WTI -0,94% a US$ 60,05 barril
• Petróleo Brent -0,95% a US$ 64,62 barril
• Ouro -0,83% a US$ 4.791,9 por onça troy
Outros:
• Índice do dólar (DXY): -0,03%, a 98,733 pontos
• Bitcoin +0,85% a US$ 90.000,1
• Treasuries 10 anos: 4,240%, abaixo de 4,245% do fechamento anterior
• Treasuries 2 anos: 3,597%, estável
O destaque da agenda econômica de hoje é o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos, que deve mostrar alta de 4,3% no terceiro trimestre em relação ao período anterior.
Também será divulgado o Índice de Preços para Despesas com Consumo Pessoal (PCE) de outubro e novembro, que deve desacelerar de 0,27% em setembro para 0,17% e 0,20% m/m em outubro e novembro, respectivamente.
Isso deve ocorrer pela menor alta de alimentos e bebidas após efeitos iniciais de repasse tarifário.
As bolsas de Nova York ganharam força ontem no final do dia depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nas redes sociais ter formado a estrutura de um acordo em relação à Groenlândia.
Ele também recuou da ideia de impor tarifas comerciais adicionais a países europeus.
Segundo Trump, a reunião com o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, foi ‘muito produtiva’ e garantiu a base para um futuro acordo sobre a Groenlândia e toda a região do Ártico.
Ele não deu detalhes sobre o acordo, enquanto a Otan disse que as negociações entre EUA, Dinamarca e Groenlândia seguem com o objetivo de evitar que Rússia e China se estabeleçam na região.
Os investidores seguem de olho na temporada de balanços, com os números da Intel e da General Electric.
Na Ásia, o PIB da Coreia do Sul caiu 0,3% no quarto trimestre em relação aos três meses anteriores e mostrou recuo nas exportações e no setor de construção civil.
Outro indicador asiático foi divulgado no Japão, onde as exportações avançaram 5,1% em dezembro, na quarta alta consecutiva. Em dezembro, os embarques para os EUA caíram 11,1% em relação ao ano anterior.
🇧🇷BRASIL
Na agenda doméstica, o principal destaque fica por conta da divulgação dos números de arrecadação federal referentes a dezembro e do balanço consolidado de 2025.
Para o mês, a expectativa é de arrecadação na ordem de R$ 286,9 bilhões, representando expansão real de 5,3% na comparação anual.
O acumulado do ano deve atingir R$ 2,992 trilhões. Embora ainda vigoroso, o avanço real de 3,4% a/a em 2025 sinaliza desaceleração frente ao salto de 9,6% observado em 2024.
O secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, concederá entrevista para comentar os resultados às 11h.
Os investidores acompanham também o futuro do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, depois que o Parlamento Europeu encaminhou o acordo para o tribunal superior do bloco. A medida pode impedir a implementação do tratado.
O pregão de ontem no Brasil foi histórico, com o Ibovespa marcando um novo recorde, aos 171.817 pontos, alta de 3,3%. O dólar caiu 1,13%, cotado a R$ 5,31.
🏢EMPRESAS
A Sabesp concluiu a compra de participação na Emae, por R$ 682,6 milhões.
A Cemig exerceu o direito de preferência para a compra de 51% das ações da hidrelétrica Pipoca detidas pela Serena Geração, por R$ 36,3 milhões.
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*Com informações de sites e agências de notícias