
🌏INTERNACIONAL
Os mercados globais operam em tom positivo nesta quarta-feira, após Nasdaq e S&P 500 registrarem novas máximas históricas ontem em Wall Street, impulsionados pelo rali de inteligência artificial. O petróleo recua, refletindo expectativas de avanço nas negociações entre EUA e Irã, apesar dos ataques americanos na noite de segunda-feira.
Na Ásia, o Kospi avança 2,25%, enquanto Shanghai recua 1,25%. Na Europa, CAC sobe 0,81%. Os futuros do S&P500 avançam 0,26%. Confira as cotações às 7h10:
Bolsas mundiais:
• S&P 500 Futuro +0,26%
• CAC +0,81%
• FTSE +0,05%
• Nikkei +0,01%
• Kospi +2,25%
• Shanghai -1,25%
Commodities:
• Petróleo WTI (jul) -3,77% a US$ 90,35 barril
• Petróleo Brent (jul) -3% a US$ 96,59 barril
• Ouro (jun) -0,26%, a US$ 4.490,8 por onça troy
Outros:
• Índice do dólar (DXY): -0,10%, a 99,071 pontos
• Bitcoin -0,07% a US$ 75.803,90
• Treasury 10 anos: 4,468%, abaixo de 4,493% do fechamento anterior
• Treasury 2 anos: 4,023%, abaixo de 4,046% do fechamento anterior
Os investidores acompanham hoje a reunião de Trump com todo o gabinete na Casa Branca, convocada para esta quarta-feira para discutir os próximos passos do conflito com o Irã. O encontro, inicialmente previsto para Camp David, foi transferido para Washington devido ao mau tempo.
Na agenda do dia, discursam hoje três dirigentes do Fed: Lorie Logan (Fed de Dallas) às 16h55, Lisa Cook e o vice-presidente Philip Jefferson mais tarde. O Tesouro americano realiza leilão de T-notes de 10 anos às 14h. Na Coreia do Sul, o Banco Central decide juros às 22h.
Na China, os lucros das empresas industriais avançaram 24,7% em abril na comparação anual, desafiando a desaceleração mais ampla da economia, impulsionados por melhorias nos setores de matérias-primas e manufatura.
🇧🇷BRASIL
O Ibovespa caiu 0,69% na terça-feira, fechando aos 176.589 pontos, pressionado pelo acirramento das tensões entre EUA e Irã após os ataques americanos da noite anterior. O dólar subiu 0,18%, fechando a R$ 5,0273.
As contas externas do Brasil registraram déficit em transações correntes de US$ 1,765 bilhão em abril, levemente acima do déficit de US$ 1,636 bilhão do mesmo mês de 2025. O resultado foi puxado pelo crescimento das remessas de lucros e dividendos ao exterior e pela deterioração na conta de serviços, apesar do superávit recorde da balança comercial de abril.
O destaque do dia é o IPCA-15 de maio, às 9h, indicador que antecipa o comportamento da inflação oficial e será monitorado de perto diante das incertezas sobre o próximo Copom. O BTG Pactual projeta alta de 0,57% m/m, em linha com a mediana do mercado.
O Tesouro Nacional publica o Relatório Mensal da Dívida Pública referente a abril de 2026. No cenário político, os investidores monitoram a votação da PEC do fim da escala 6×1 em comissão da Câmara, prevista para as 10h.
🏢EMPRESAS
O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, confirmou que o banco vendeu parte de suas ações da Petrobras para cumprir regra do Banco Central que impede instituições financeiras de concentrarem mais de 25% do patrimônio em uma única empresa. Mercadante não detalhou os valores, mas a Reuters havia informado que o BNDES vendeu cerca de R$ 3 bilhões em Petrobras, R$ 500 milhões em Axia Energia e R$ 280 milhões em Copel ao longo de maio.
Os envelopes da disputa pela privatização da Copasa serão abertos hoje. Equatorial e o consórcio Livorno (Aegea, Equipav, Itaúsa e GIC) disputam o ativo.
A Raízen avançou nas negociações com bondholders para seu plano de recuperação extrajudicial, mas os credores exigem nova captação para tornar o plano sustentável, segundo o Pipeline. A empresa tem até 9 de junho para apresentar o plano com aprovação de pelo menos 50% mais um dos credores.
A Azul informou que suas ações ordinárias e ADS foram aprovadas para listagem na NYSE American, com migração prevista para a New York Stock Exchange em julho.
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Com informações de sites e agências de notícias