
🌏INTERNACIONAL
As bolsas mundiais iniciam o dia em tom positivo, enquanto o mercado aguarda a decisão de política monetária dos Estados Unidos. Os futuros de Wall Street operam em alta, com o S&P 500 subindo 0,51% e o Nasdaq ganhando 0,68%. Na Europa, o pan-europeu Stoxx 600 sobe 0,50%.
O fechamento das bolsas da Ásia também foi positivo. O Kospi, da Coreia do Sul, avançou 5,04%, enquanto o Nikkei, do Japão, valorizou 2,87%.
As cotações do petróleo mostram certo alívio, graças ao aumento das reservas dos EUA.
Confira as cotações às 7h20:
Bolsas mundiais:
• S&P 500 Futuro +0,51%
• FTSE 100 +0,23%
• CAC 40 +0,91%
• Hang Seng +0,61%
• Nikkei +2,87%
• Shanghai +0,32%
Commodities:
• Petróleo WTI -1,71% a US$ 94,56 barril
• Petróleo Brent -0,24% a US$ 103,17barril
• Ouro (abr) -0,21%, a US$ 4.997,9 por onça troy
Outros:
• Índice do dólar (DXY): +0,04%, a 99,617 pontos
• Bitcoin -0,48% a US$ 74.272,00
• Treasuries 10 anos: 4,184%, abaixo de 4,203% do fechamento anterior
• Treasuries 2 anos: 3,674%, abaixo de 3,684% do fechamento anterior
Hoje é dia de Super Quarta, com decisões de juros nos Estados Unidos e no Brasil. Nos EUA, a expectativa é que o Fed mantenha a taxa básica de juros inalterada no intervalo entre 3,50% e 3,75%.
O mercado também acompanha possíveis sinalizações do presidente do Fed, Jerome Powell, especialmente sobre o impacto da alta do petróleo nas próximas decisões de política monetária.
Também sai hoje o índice de preços ao produtor (PPI) referente a fevereiro. Segundo o BTG, o indicador deve desacelerar para 0,3% m/m, após registrar leitura mais forte de 0,5% m/m em janeiro.
🇧🇷BRASIL
Os olhos do mercado estão voltados para a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa básica de juros.
As expectativas do mercado foram impactadas pelo conflito no Oriente Médio e a disparada do petróleo, que devem permitir uma queda dos juros menor que a esperada antes. Na última reunião, o Copom manteve a Selic em 15% ao ano.
Para o BTG, a comunicação recente do Banco Central sinaliza duas opções para esta reunião: um corte de 25 pb ou de 50 pb. Para o banco, a estratégia mais consistente é um início de ciclo mais conservador, com corte de 25 pb, acompanhado de sinalização de continuidade da flexibilização, com o ritmo condicionado à evolução do cenário.
O Tesouro Nacional voltou a agir ontem e recomprou mais R$ 9,4 bilhões em prefixados e R$ 7,1 bilhões em NTN-Bs, papéis atrelados à inflação. Desde segunda-feira, quatro operações somaram R$ 43,9 bilhões em recompras, valor recorde. Mesmo assim, os juros fecharam a sessão de ontem em alta.
O Ibovespa fechou em alta de 0,30%, aos 180.410 pontos, enquanto o dólar fechou em queda de 0,58%, cotado a R$ 5,19.
O mercado doméstico também fica atento à possibilidade de uma paralisação nacional dos caminhoneiros depois do aumento do diesel nos postos do país nas últimas semanas.
O efeito do conflito do Oriente Médio sobre o combustível de aviação tem preocupado o setor aéreo. Ontem, o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, afirmou que apresentará nesta semana ao Ministério da Fazenda alternativas para tentar preservar o setor aéreo brasileiro dos efeitos da disparada recente dos preços do petróleo.
No exterior, o presidente da Delta Airlines disse esta semana que o aumento dramático dos preços do combustível de aviação elevou os custos da companhia em até US$ 400 milhões no primeiro trimestre.
🏢EMPRESAS
A Ecorodovias teve uma queda de 26% no lucro líquido do quarto trimestre de 2025, que somou R$ 105,2 milhões.
A Taesa registrou lucro líquido de R$ 313,1 milhões no quarto trimestre, alta de 56% na comparação anual.
Para hoje, estão previstos os resultados de várias empresas, como Marfrig, Hapvida e CVC.
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*Com informações de sites e agências de notícias