
🌏INTERNACIONAL
Os mercados globais operam em tom misto nesta terça-feira. Na Ásia, as bolsas fecharam sem direção única, pressionadas pelas incertezas geopolíticas do Oriente Médio.
Já na Europa e em Nova York, o clima é de leve alta, com investidores monitorando os desdobramentos do conflito e a agenda econômica da semana. Futuros do S&P 500 sobem 0,83% e do Nasdaq avançam 0,76%; na Europa, o Stoxx 600 registra alta de 0,67%.
O petróleo avança nesta manhã. O Brent opera a US$ 114,51, alta de 1,53%, e o WTI a US$ 102,9, alta de 0,11%.
Confira as cotações às 7h10:
Bolsas mundiais:
• S&P 500 Futuro +0,83%
• FTSE 100 +0,59%
• CAC 40 +0,49%
• Hang Seng +0,15%
• Kospi -4,26%
• Shanghai -0,80%
Commodities:
• Petróleo WTI +0,11% a US$ 102,99 barril
• Petróleo Brent +1,53% a US$ 114,51 barril
• Ouro (abr) +0,91%, a US$ 4.567,3 por onça troy
Outros:
• Índice do dólar (DXY): -0,06%, a 100,453 pontos
• Bitcoin -0,02% a US$ 66.336,48
• Treasuries 10 anos: 4,329%, abaixo de 4,356% do fechamento anterior
• Treasuries 2 anos: 3,830%, abaixo de 3,838% do fechamento anterior
Nos Estados Unidos, será divulgado o relatório JOLTS, com levantamento do número de vagas em aberto no país em fevereiro. Por lá, também saem hoje dados sobre os estoques de petróleo.
No campo da política monetária, três dirigentes do Federal Reserve discursam ao longo do dia: o presidente do Fed de Chicago, Austan Goolsbee, fala às 13h; o diretor Michael Barr, às 16h; e a vice-presidente para supervisão Michelle Bowman, às 18h10.
No front geopolítico, o Wall Street Journal noticiou que o presidente Donald Trump sinalizou a assessores estar disposto a encerrar a campanha militar dos EUA contra o Irã, mesmo que o Estreito de Ormuz permaneça em grande parte fechado.
Empresas do Sudeste Asiático acumulam perdas de ao menos US$ 216 bilhões em valor de mercado desde o início do conflito com o Irã, no fim de fevereiro. A capitalização agregada de cerca de 3.500 empresas não financeiras listadas na Indonésia, Tailândia, Malásia, Singapura, Filipinas e Vietnã recuou 10,2% desde 27 de fevereiro.
Na China, o PMI manufatureiro oficial voltou a crescer em março, subindo para 50,4 ante 49,0 em fevereiro e encerrando dois meses consecutivos de contração.
Na Europa, a inflação anual da França saltou para 1,7% em março, o nível mais alto desde janeiro de 2025, ante 0,9% em fevereiro e levemente acima das expectativas de 1,6%.
Já o PIB do Reino Unido cresceu 1% em relação ao ano anterior no último trimestre de 2025, o menor ritmo desde o 1T24, em linha com estimativas preliminares. Na Alemanha, a taxa de desemprego ajustada ficou estável em 6,3% pelo 13º mês consecutivo.
🇧🇷BRASIL
A agenda econômica doméstica traz os dados do Caged pelo Ministério do Trabalho e Emprego referentes a fevereiro. O BTG Pactual espera a geração líquida de 260 mil empregos, similar ao resultado de janeiro.
O Ibovespa encerrou a sessão de ontem em alta de 0,53%, aos 182.514 pontos, após a bolsa digerir a volatilidade causada pelo conflito. O dólar fechou em leve alta de 0,12%, cotado a R$ 5,247.
O Tesouro Nacional divulgou ontem o resultado primário do governo central de fevereiro: déficit de R$ 30,046 bilhões, o menor para o mês desde 2022. No acumulado de 12 meses, o déficit chegou a R$ 60,4 bilhões, equivalente a 0,45% do PIB.
Os números incluem Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, excluindo despesas com a dívida pública.
🏢EMPRESAS
O grupo Simpar reverteu o prejuízo e registrou lucro líquido de R$ 543,4 milhões no 4T25, ante prejuízo de R$ 223,7 milhões no mesmo período de 2024.
A Eldorado Brasil Celulose registrou lucro líquido de R$ 2,88 bilhões no 4T25, resultado nove vezes superior ao lucro de R$ 317 milhões do 4T24.
A Gol reduziu seu prejuízo líquido em 72% no 4T25 na base anual, para R$ 1,39 bilhão.
A General Shopping e Outlets do Brasil teve prejuízo líquido de R$ 193,6 milhões no 4T25, queda de 59% frente ao prejuízo de R$ 472,7 milhões do 4T24.
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Com informações de sites e agências de notícias