
🌏INTERNACIONAL
Os mercados operam de forma mista nesta sexta-feira. Na Ásia, as bolsas fecharam em alta, refletindo o alívio dos investidores com a redução dos temores de escalada entre Estados Unidos e Irã, mas o desempenho não foi uniforme na região. Na Europa, as ações seguem sem direção única, com o índice de referência a caminho de romper uma sequência de quatro semanas consecutivas de alta. Nos Estados Unidos, os futuros indicam abertura mista, com o mercado ainda de olho nos desdobramentos do conflito no Oriente Médio.
O S&P 500 Futuro cede 0,16%, aos 7.576,50 pontos; o Dow Jones Futuro avança 0,12%, aos 52.825,00 pontos; e o Nasdaq Futuro recua 0,55%, aos 29.773,00 pontos. Na Ásia, o destaque ficou por conta do Nikkei, que fechou em alta de 1,20%, e do Kospi, que avançou 2,52%, enquanto Xangai foi na contramão, com queda de 1%, aos 3.996,162 pontos. Na Europa, o CAC 40 e o DAX operam em leve baixa, enquanto o FTSE 100 avança discretamente. O petróleo opera em leve tom negativo: o WTI cai 0,36%, a US$ 71,82, e o Brent recua 0,26%, a US$ 76,10.
Confira as cotações às 7h10:
Bolsas mundiais:
* S&P 500 Futuro -0,16%
* Nasdaq Futuro -0,55%
* Dow Jones Futuro +0,12%
* FTSE +0,03%
* Nikkei +1,20%
* Kospi +2,52%
* Shanghai -1,00%
Commodities:
* Petróleo WTI (ago) -0,36%, a US$ 71,82 o barril
* Petróleo Brent (set) -0,26%, a US$ 76,10 o barril
* Ouro (ago) -0,84%, a US$ 4.106,10 por onça troy
Outros:
* Índice do dólar (DXY) -0,02%, a 100,88 pontos
* Bitcoin +1,54%, a US$ 64.178,38
* Treasury 10 anos: 4,535%, abaixo de 4,558% do ajuste anterior
* Treasury 2 anos: 4,174%, abaixo de 4,189% do ajuste anterior
Segundo relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) divulgado nesta sexta-feira, a demanda global por petróleo deve cair pela primeira vez desde 2020, à medida que a guerra no Irã afeta a produção e as exportações no Oriente Médio, com o fechamento do Estreito de Ormuz prejudicando os fluxos pelo Golfo Pérsico. A agência ressalta que uma recuperação está em curso, mas alerta que uma nova escalada do conflito pode complicar o cenário.
No Japão, a inflação ao produtor acelerou em junho no ritmo mais rápido em mais de três anos, à medida que as empresas repassaram os custos crescentes do conflito no Oriente Médio, o que reforça os argumentos para novos aumentos de juros pelo Banco do Japão (BoJ).
🇧🇷BRASIL
O Ibovespa avançou mais de 1% ontem, em dia de recuperação sincronizada dos ativos de risco, o que ajudou a reverter parte das perdas acumuladas na semana. Embora a escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã tenha permanecido no radar, investidores aproveitaram o pregão para corrigir os excessos dos dias anteriores, especialmente em mercados emergentes ligados aos setores de metais e mineração. Depois de oscilar entre 170.653 e 172.933 pontos, o índice fechou em alta de 1,22%, aos 172.742 pontos. O pregão teve menor liquidez local devido ao feriado estadual de 9 de Julho em São Paulo, com volume financeiro de R$ 15,4 bilhões (R$ 19,5 bilhões na B3).
O dólar fechou em queda firme, na esteira do alívio global dos ativos de risco após dias de pressão provocada pela tensão entre Estados Unidos e Irã. Ainda que o conflito no Oriente Médio não dê sinais de arrefecimento, investidores corrigiram excessos recentes, movimento que beneficiou o real e outras moedas emergentes. O dólar comercial encerrou em baixa de 0,50%, a R$ 5,1228, após tocar mínima intradiária de R$ 5,1132 e máxima de R$ 5,1554. O euro comercial recuou 0,48%, a R$ 5,8546.
🏢EMPRESAS
A Petrobras concluiu a aquisição da participação e assumiu a operação do bloco 3 no offshore de São Tomé e Príncipe, na África; o consórcio passa a ser formado por Petrobras (75%), Oranto (15%) e Agência Nacional do Petróleo de São Tomé e Príncipe (10%), sem valor divulgado.
A Oi informou ao mercado que enfrenta agravamento significativo de sua situação financeira, com risco concreto de interrupção das operações a partir de 1º de agosto de 2026.
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*Com informação dos sites e agências de notícias