
🌏INTERNACIONAL
Os mercados globais operam em tom misto nesta quinta-feira, com atenção voltada para o encontro entre Trump e Xi Jinping em Pequim. Na Ásia, o Nikkei recuou 0,98% e Shanghai cedeu 1,52%, enquanto o Kospi avançou 1,75%. Na Europa, CAC e FTSE operam em leve alta. Os futuros do S&P500 sobem 0,10%. O petróleo avança levemente; o Brent sobe 0,55% a US$ 106,21.
Confira as cotações às 7h10:
Bolsas mundiais:
• S&P 500 Futuro +0,10%
• CAC +0,44%
• FTSE +0,15%
• Nikkei -0,98%
• Kospi +1,75%
• Shanghai -1,52%
Commodities:
• Petróleo WTI (jun) +0,37% a US$ 101,39 barril
• Petróleo Brent (jun) +0,55% a US$ 106,21 barril
• Ouro (jun) +0,04%, a US$ 4.698,19 por onça troy
Outros:
• Índice do dólar (DXY): +0,01%, a 98,529 pontos
• Bitcoin +0,03% a US$ 79.535,56
• Treasuries 10 anos: 4,463%, abaixo de 4,469% do fechamento anterior
• Treasuries 2 anos: 3,977%, abaixo de 3,992% do fechamento anterior
Na quarta-feira, o Nasdaq e o S&P 500 renovaram recordes de fechamento em Nova York, impulsionados pelo setor de tecnologia. Ontem, o PPI de abril surpreendeu fortemente, com alta de 1,38% no mês, bem acima dos 0,5% esperados, elevando a taxa acumulada em 12 meses para 6,0%.
Em Pequim, Trump e Xi Jinping deram início à reunião bilateral nesta quinta-feira. Os dois países concordaram em desenvolver uma ‘relação sino-americana construtiva de estabilidade estratégica’, com cooperação e ‘competição calibrada’.
O principal resultado foi o acordo de que o Estreito de Ormuz deve permanecer aberto para o livre fluxo de energia. Xi sinalizou interesse em comprar mais petróleo americano para reduzir a dependência do estreito.
Ambos também concordaram que o Irã nunca poderá ter uma arma nuclear. Xi alertou que Taiwan é o tema mais importante da relação bilateral e que, se mal administrado, pode levar o relacionamento a um lugar ‘perigoso’.
Na agenda do dia, destaque para as vendas no varejo de abril nos EUA às 9h30. O BTG projeta moderação após a forte leitura de março, mas com o consumo ainda resiliente. Discursam hoje: Stephen Miran às 9h, Jeffrey Schmid às 11h15, Beth Hammack às 14h, John Williams às 18h45 e Michael Barr às 20h.
No Reino Unido, o PIB cresceu 0,6% no primeiro trimestre, ritmo mais acelerado que o +0,2% do 4T25 e em linha com as expectativas dos analistas.
🇧🇷BRASIL
O Ibovespa despencou 1,80% na quarta-feira, aos 177.098 pontos, em um dos piores pregões do ano, em meio a ruídos políticos. O dólar disparou 2,31%, fechando a R$ 5,0085, maior patamar desde 10 de abril.
O movimento foi na contramão das bolsas americanas, que renovaram recordes. Enquanto o Ibovespa caía, o S&P 500 e o Nasdaq subiam impulsionados pelo setor de tecnologia.
Na agenda doméstica de hoje, saem a Pnad Contínua trimestral e o levantamento da produção agrícola de abril, ambos às 9h. Às 11h45, leilão do Tesouro de LTN e NTN-F.
🏢EMPRESAS
O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 3,431 bilhões no 1T26, queda de 53,5% na comparação anual e de 40,2% em relação ao 4T25. O resultado ficou levemente abaixo do consenso de analistas de R$ 3,498 bilhões.
A CSN Mineração reverteu o prejuízo de R$ 357 milhões do 1T25 e registrou lucro líquido de R$ 222,1 milhões no 1T26.
A CSN (holding) registrou prejuízo líquido de R$ 555 milhões no 1T26, melhora de 24,2% na comparação anual.
O Grupo Casas Bahia registrou prejuízo líquido de R$ 1,064 bilhão no 1T26, 2,6 vezes superior à perda de R$ 408 milhões do mesmo período de 2025.
A Eneva registrou lucro líquido de R$ 522,7 milhões no 1T26, alta de 36% na comparação anual.
A Equatorial registrou lucro líquido de R$ 607 milhões no 1T26, queda de 14,1% na comparação anual.
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Com informações de sites e agências de notícias