
🌎 INTERNACIONAL
As principais bolsas internacionais iniciam a semana em alta definida, na esteira de notícias positivas sobre as negociações tarifárias e com decisões de juros no radar. O Euro Stoxx 50 avança 0,92%, enquanto os futuros do S&P 500 e do Nasdaq sobem 0,26% e 0,46%, respectivamente. Na Ásia, o tom foi misto: o Nikkei recuou 1,05%, enquanto o Hang Seng subiu 0,69% e o Shanghai Composite avançou 0,12%.
• S&P 500 Futuro +0,2%
• FTSE 100 +0,1%
• CAC 40 +0,6%
• Nikkei 225 -1,1%
• Hang Seng +0,7%
• Shanghai SE Comp. +0,1%
• MSCI World -0,1%
• MSCI EM -0,1%
• Petróleo WTI +1,2% a US$ 65,91 barril
• Petróleo Brent +0,9% a US$ 69,07 barril
• Futuro do minério em Singapura -2,6% a US$ 100,65
• Bitcoin +0,1% a US$ 118927,06
O presidente do Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, neste domingo, um acordo comercial com a União Europeia (UE), que prevê a aplicação de uma tarifa de 15% sobre as exportações do bloco. O anúncio acontece quatro dias antes do prazo final para as negociações.
Segundo o jornal “South China Morning Post”, os Estados Unidos e China devem estender sua trégua comercial por mais 90 dias, concordando em não aplicar novas tarifas. A terceira rodada de negociações entre os países acontece hoje em Estocolmo.
A agenda econômica da semana será movimentada, com as decisões sobre política monetária nos Estado Unidos e Japão na quarta-feira, além de indicadores relevantes como PIB, payroll e inflação.
Dois dias antes da reunião do Fed, o governo americano pediu juros “drasticamente mais baixos”, aumentando a pressão sobre o presidente do banco central do país, Jerome Powell.
Grandes empresas americanas divulgam os resultados do segundo trimestre de 2025 na semana, o que também deve movimentar as bolsas. Meta e Microsoft publicam seus números na quarta-feira; Amazon e Apple, na quinta.
Os contratos futuros de petróleo operam em forte alta. O WTI subia 1,14% a US$ 65,90 o barril e o Brent avançava 1,07%, a US$ 69,17 o barril. O futuro do minério de ferro caía 2,6% em Singapura, a US$ 100,65 mil.
🇧🇷 BRASIL
Os investidores acompanham uma agenda local intensa tanto nesta segunda-feira quanto na semana. Hoje estão previstas as divulgações do Relatório Focus, da Sondagem da Construção, da Balança Comercial da semana e do relatório mensal da dívida pública.
Na semana, os destaques são a reunião do Copom, IGP-M e dados do mercado de trabalho.
O mercado também deve repercutir a análise da Fitch sobre o Brasil. A agencia de classificação de riscos afirmou que as altas taxas de juros no Brasil ainda são o principal desafio para a economia e preocupam mais que as tarifas de 50% de Trump.
Enquanto isso, no campo comercial, um grupo de senadores se reúne hoje com o Congresso americano para tentar reabrir canais de diálogo sobre as tarifas impostas pelo presidente Donald Trump aos produtos brasileiros. As alíquotas começam a valer em 1º de agosto, se não houver acordo.
Na agenda política, o presidente Lula participa da inauguração da Usina Termelétrica GNA II, no Rio de Janeiro. A instalação assumirá a condição de maior termelétrica do Brasil, com capacidade de 1,7 GW.
O dólar encerrou o pregão da sexta-feira com valorização de 0,75%, cotado a R$ 5,56. Na contramão, pressionado pela Vale e ainda refletindo o impasse tarifário com os Estados Unidos, o Ibovespa caiu 0,21%, a 133.524 pontos.
🏢EMPRESAS
A Usiminas teve lucro de R$ 127,6 milhões no segundo trimestre, revertendo prejuízo de R$ 99,7 milhões no mesmo período do ano anterior.
O Conselho da Totvs aprovou a compra da totalidade do capital social da Linx por R$ 3,05 bilhões.
O Conselho do Carrefour Brasil aprovou a celebração de contratos de empréstimos de até R$ 9,8 bilhões.
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*Com informações de sites e agências de notícias