
🌎 INTERNACIONAL
Os últimos acordos comerciais entre Estados Unidos e países parceiros trazem uma sensação de alívio aos mercados internacionais, que direcionam a atenção nesta terça-feira a indicadores relevantes sobre a economia.
O Euro Stoxx 50 avança 0,96%, enquanto os futuros do S&P 500 e do Nasdaq sobem 0,24% e 0,39%, respectivamente, após novos recordes dos índices ontem. Na Ásia, o Nikkei recuou 0,77%, o Shanghai subiu 0,33% e o Hang Seng teve leve queda de 0,15%.
•S&P 500 Futuro +0,3%
• FTSE 100 +0,7%
• CAC 40 +1,5%
• Nikkei 225 -0,8%
• Hang Seng -0,1%
• Shanghai SE Comp. +0,3%
• MSCI World estável
• MSCI EM -0,2%
• Petróleo WTI +0,4% a US$ 66,98 barril
• Petróleo Brent +0,4% a US$ 70,3 barril
• Futuro do minério em Singapura +2,1% a US$ 102,9
• Bitcoin +0,5% a US$ 118672,5
Os índices de ações dos Estados Unidos têm registrado recordes sucessivos, após acordos do governo americano com a União Europeia (UE) e Japão terem reduzido o risco de uma escalada comercial entre parceiros estratégicos. Na segunda-feira, o S&P 500 subiu 0,02%, aos 6.389,80 pontos e o Nasdaq ganhou 0,33%, aos 21.178,584 pontos.
A terça-feira traz indicadores econômicos importantes, com destaque para o relatório Jolts de emprego no setor privado nos Estados Unidos, a balança comercial americana e o índice de confiança do consumidor.
Na Espanha, o Instituto Nacional de Estatística (INE) divulga a leitura preliminar do PIB do primeiro trimestre.
O foco, no entanto, está na reunião monetária do Fed, prevista para amanhã. O presidente Donald Trump voltou a pedir à instituição que reduza as taxas de juros, afirmando que isso ajudaria a impulsionar a economia americana. O cenário mais provável, no entanto, é de manutenção dos juros.
Os contratos futuros de petróleo sobem com as pressões de Trump por um cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia. O WTI subia 0,78% a US$ 67,23 o barril e o Brent avançava 0,61%, a US$ 70,47 o barril. O futuro do minério de ferro tinha alta de 2,1% em Singapura, a US$ 102,9 mil.
🇧🇷 BRASIL
No cenário local, o sentimento é de preocupação, com o Brasil ainda figurando entre os países que não chegaram a um acordo sobre as tarifas de Trump. As alíquotas de 50% sobre produtos brasileiros entram em vigor no dia 1º de agosto, caso as negociações não avancem.
Diante deste cenário, o Ibovespa fechou a segunda-feira em queda de 1,04%, aos 132.129,26 pontos – menor patamar em mais de três meses. O dólar comercial segue se valorizando e subiu 0,52%, a R$ 5,590, passando de R$ 5,60 na máxima do dia.
Após encontro com empresários americanos ontem sobre a imposição de tarifas de Trump, os senadores brasileiros afirmaram que uma conversa entre o presidente americano e o governo brasileiro ainda “está na mesa”.
No mesmo contexto, o vice-presidente Geraldo Alckmin disse que um plano de contingência está sendo elaborado, mas o empenho é em chegar a uma solução sobre o tarifaço.
O presidente e diretores do Banco Central (BC) participam hoje do primeiro dia de reuniões do Copom e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, concede entrevista ao vivo à CNN.
Na agenda econômica, os investidores aguardam a divulgação da Sondagem da Indústria de julho.
A Petrobras divulga o relatório de produção e vendas do segundo trimestre de 2025.
🏢 EMPRESAS
A Telefônica Brasil registrou lucro de R$ 1,3 bilhão no segundo trimestre de 2025, alta de 10%, na comparação anual.
Assista ao Morning Call completo clicando aqui.
*Com informações de sites e agências de notícias